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Hoje, simplesmente, POUSO ALTO: As primeiras referências encontradas sobre Pouso Alto são de 1673, época em que começaram as penetrações no território, além da “Amantiquira”. Foram as bandeiras de Piratininga e Taubaté que romperam a serra e abriram o caminho na conquista do território, à cata de ouro e de gentios. Junto ao Ribeirão, que se avista cortando a cidade, viviam os índios goitacás.

Por aqui passou a Trilha do Ouro, que vai de Paraty a Tijuco (atual Diamantina), aberta pelos bandeirantes paulistas, na segunda metade do século XVII. Foi, a partir dessa época, que se intensificaram as bandeiras em busca de riquezas minerais, devido, em parte, ao declínio da exploração da cana-de-açúcar. Esses caminhos, e depois a Estrada Real, serviram para que se fizesse ocupação da primeira grande zona econômica do interior da colônia. Por eles transitaram membros da corte, bandeirantes, colonos, escravos, índios e, depois, negros, mulas de carga, gado e mercadorias.

O percurso do pequeno trecho entre Pouso Alto e Baependi se mistura às paisagens rurais e vilarejos e fica, por vezes, difícil de ser seguido, sem o auxílio de mapas ou de um guia especializado. Assim, este caminho de 39 Km, perdeu-se na história colonial brasileira.

A fundação de Pouso Alto é atribuída ao paulista de Guaratinguetá, João dos Reis Cabral, que aqui se fixou em 1675 e obteve a sesmaria das terras que vão até o alto da Mantiqueira. Antes dele, porém, o bandeirante Antônio Delgado da Veiga fincou o cruzeiro no alto do morro, onde está o Hotel SERRAVERDE, e iniciou a construção de uma capelinha, no mesmo lugar da Matriz atual.

Na guerra dos Emboabas, Amador Bueno da Veiga, que era o chefe dos paulistas, fez, em Pouso Alto, o seu quartel-general. Daqui, ele partiu para o encontro sangrento junto do rio que tomou o nome de Rio das Mortes. Em 1752, foi dada provisão para erigir a Matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Pousos Altos. Em 1784, Pouso Alto teve o seu primeiro curato, o padre Vital Gomes Freire. Só em 1832 foi elevado à freguesia. Em 1714, a Província de Minas Gerais contava quatro comarcas: Vila Rica, Serro do Frio, Sabará e Rio das Mortes (hoje São João del-Rei). Pouso Alto era a paróquia de Sant’Ana do Baependi, Vila e Termo do Rio das Mortes.

A elevação de Pouso Alto a município ocorreu em 1874 e, quatro anos depois, foi elevado à Comarca. Na nobiliarquia brasileira, Pouso Alto contribui com dois barões: o Barão de Pouso Alto (Francisco Teodoro da Silva) e o Barão de Monte Verde (Joaquim Pereira da Silva).

O caminho que passa dentro do Hotel Fazenda SERRAVERDE (ligando o hotel à sua horta), é a antiga Estrada Real e foi percorrido pela Princesa Isabel, quando de seu pernoite em Pouso Alto. Em 1884, quando foram inauguradas a estrada de ferro e a “Estação de Pouso Alto”, (hoje São Sebastião do Rio Verde), D. Pedro II recebeu uma homenagem de todos os moradores locais e povoações vizinhas. Parte da história de Pouso Alto perdeu-se no incêndio que destruiu, parcialmente, a velha Matriz. Em época mais recente, aqui viveu o escritor Júlio Ribeiro, autor do famoso romance A CARNE; depois, o poeta Manuel Bandeira, vindo à procura de uma recuperação da saúde; Ribeiro Couto, diplomata, poeta e escritor, tendo sido, durante quatro anos, promotor em Pouso Alto. E aqui escreveu a novela CABOCLA, revivida através da televisão.

O município tem hoje 6000 habitantes, sendo metade na área urbana. Dispõe de um hospital, um posto de saúde, um asilo para velhos mantidos pela Irmandade São Vicente, um ginásio, colégio, APAE, grupo escolar e vinte escolas rurais. Suas atividades econômicas são a pecuária e a lavoura, seguidas de produção de laticínios e engarrafamento de água mineral (Água Mineral Pouso Alto). Na área urbana, existem mais de mil casas e, no município, cerca de oitocentas propriedades rurais, além de quatro mil nascentes de água.

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